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A
viúva pobre
Contextualizando:
Você já participou de alguma campanha de doação de roupas, sapatos
e brinquedos?
Alguns locais têm esta prática. Eles pedem para as pessoas trazerem
da sua casa itens que não usam mais, que estejam novos ou quase novos, para
serem vendidos por um preço bem barato e, com isso, usam o valor que receberam
das vendas para ajudar alguma instituição. Pode ser um orfanato, missionários,
uma igreja ou outro trabalho.
Deus, com certeza, se agrada quando somos generosos e pensamos em
repartir o que temos com as outras pessoas, mas será que ele só está
interessado em quantas coisas doamos ou ele vê o que tem dentro do nosso
coração quando doamos?
Vamos aprender sobre isso com o próprio Jesus? A história de hoje
vai nos ajudar
Referência bíblica: Lucas 20:45-47; 21:1-3
História:
Jesus sempre ensinava que todos deviam ser
verdadeiros e parar com a bobagem de fazer coisas apenas para impressionar os
outros. Isso não tem valor algum, afinal, ele nos conhece por dentro e ninguém
consegue enganar Deus.
Por isso é que ele reprovava os homens religiosos
da sua época, pois eles queriam parecer bons, mas, no fundo, no fundo, só
estavam interessados em ser elogiados e ganhar fama.
Em um determinado dia, Jesus estava dando vários
exemplos para os seus discípulos sobre este assunto. Ele disse:
— Olha, tomem cuidado para vocês não serem
como esses homens poderosos, que se vestem tão bem, estão sempre querendo
mostrar que estão na igreja fazendo aquilo que é certo, mas, quando ninguém
está vendo, fazem coisas horríveis.
Jesus era muito observador. Ele estava no pátio do
templo e começou a reparar uma cena curiosa. Sabe o que era?
Existia um gazofilácio e os ricos colocavam ali as
suas ofertas. “Gazo o quê?”. Eu explico…
Um gazofilácio é tipo uma urna ou uma caixa, como
aquelas que colocam nas igrejas para depositarem envelopes na hora da oferta.
Entendeu? Pois bem.
Existiam alguns homens que tinham cargos
importantes, e ficavam se exibindo com as suas ofertas para que todos vissem
quanto eles estavam doando. Eles faziam questão de mostrar suas ofertas para o
templo, querendo impressionar as pessoas, pois as quantias eram altas.
Jesus só olhava…
Aí, chegou naquele local uma mulher pobre e viúva,
ou seja, seu marido tinha falecido. Talvez, ela vivesse até sozinha, sem ajuda
de ninguém, mas ela fez questão de dar a sua oferta com muita alegria. Porém,
ela só tinha duas moedas, e ela deu as duas!
Algumas pessoas que estavam ali, vendo aquela cena junto com Jesus,
devem ter comentado:
— Mas só isso? Duas moedas não servem pra nada… Essa mulher está
passando vergonha, isso sim!
Só que Jesus sempre vê o coração e, com a atitude daquela mulher,
nos deixou um grande ensinamento:
— Eu posso dizer para vocês que, com certeza, esta viúva pobre deu
mais do que todos vocês, que colocaram ali no gazofilácio uma grande quantia.
Ele continuou:
— Isso porque estes outros homens ricos deram sua oferta do que
estava sobrando, e isso nem vai fazer falta para eles. Mas esta mulher deu as
únicas duas moedas que tinha e este valor serviria para ela sobreviver por
vários dias. Se ela deu tudo que tinha, isso demonstra que ela valoriza Deus
mais do que a sua própria vida. Ela pode até ser pobre de dinheiro, mas seu
coração é rico de gratidão!
Que lição, não é? Jesus não está interessado no nosso dinheiro,
porque ele é dono de tudo, mas sempre vê a intenção do nosso coração.
ENCERRAMENTO:
O que você aprendeu com a oferta da viúva
pobre?
Às vezes, quando pensamos em ajudar alguém, caímos
no erro de querer que a nossa atitude seja vista por outras pessoas para que
elas achem que nós somos bons.
Ou, quem sabe, damos o nosso lanche para um amigo
ou o ajudamos com o dever de casa, e saímos contando para todo mundo o que
fizemos porque queremos que as pessoas pensem que a gente é muito legal.
A nossa atitude pode ser muito boa, mas o mais
importante mesmo é o que tem dentro do nosso coração, quer dizer, o motivo que
fez a gente ajudar: foi só para ajudar mesmo ou foi para mostrar isso para
alguém?
É sempre bom pensarmos sobre isso e corrigirmos a
nossa atitude ao sermos generosos. No final de tudo, é isso que importa para
Deus e para as pessoas.
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